A luta contra o câncer no Brasil acaba de ganhar um reforço tecnológico de peso. A Lei nº 15.379/2026 obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer a imunoterapia como alternativa para pacientes oncológicos. Segundo o deputado Weliton Prado, presidente da Comissão de Combate ao Câncer, a rede pública deve garantir o tratamento sempre que este apresentar maior eficácia ou segurança em comparação aos métodos tradicionais.
Atualmente, pacientes de varias cidades dependem frequentemente da quimioterapia e radioterapia. Contudo, a imunoterapia funciona de forma distinta, estimulando o próprio sistema de defesa do corpo a identificar e destruir as células tumorais. “A imunoterapia é uma luta antiga nossa na Comissão do Câncer, considerada uma revolução no tratamento da doença, pois é mais moderna e eficaz. Existe imunoterapia aprovada no Brasil com indicação para mais de 40 tipos de câncer”, destacou o parlamentar.
Além disso, a medida coloca a saúde pública brasileira no mesmo patamar de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, o Japão e o Canadá. Por outro lado, a implementação desta lei representa um avanço na democratização da medicina de ponta. Por fim, Weliton Prado reforça que esta conquista é o resultado de anos de articulação na Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer para garantir dignidade aos pacientes do sistema público.

