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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Saúde e Bem-estar > 30% das cidades da Amvap têm de fazer até raios-x em Uberlândia
Saúde e Bem-estar

30% das cidades da Amvap têm de fazer até raios-x em Uberlândia

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 30 de agosto de 2015, 16:00
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Sete das 24 cidades da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba (Amvap), ou seja, 30%, não têm condições de fazer exames médicos na rede pública e dependem de Uberlândia para a realização destes procedimentos. A informação está na pesquisa Perfil dos Estados e Municípios Brasileiros 2014, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O problema apontado pelos entrevistados é o alto valor que as Prefeituras gastariam para manter equipes e profissionais laboratoriais.
A pesquisa mostra que estes Municípios não têm condições de realizar exames laboratoriais da atenção básica, como os de sangue, de urina, ou mesmo, o de raios-x. Dessa forma, é preciso que o paciente seja deslocado a outros locais referenciados via Sistema Único de Saúde (SUS) para realizar o procedimento. Uberlândia é uma das cidades que recebem pacientes destes locais. Na região, os Municípios de Patrocínio, Ituiutaba, Araguari e Monte Carmelo também são referenciadas a fazer exames ou internações. Em todo o Estado, esse mesmo problema atinge 53% dos Municípios.
Na região norte do Triângulo Mineiro, estão na lista dos municípios que não fazem exames: Abadia dos Dourados, Cachoeira Dourada, Capinópolis, Douradoquara, Gurinhatã, Ipiaçu e Iraí de Minas. Seis desses Municípios ainda estão em uma lista de 12, que também não fazem internações de pacientes da atenção básica na região. A exceção é Iraí de Minas, que mantém convênios.
O secretário de Saúde de Gurinhatã, Miguel Ângelo de Oliveira Ribeiro, disse que o maior problema de não poder oferecer o atendimento básico completo é o tempo que se gasta para conseguir um exame. “Sempre existe uma fila. Exames podem demorar de 30 a 60 dias”, disse. Ele explicou ainda que cada Município tem um cota para realização de exames, mas que a demanda de sua pasta é entre 30% e 40% maior que essa cota, o que gera gasto extra. Gurinhatã chegou a investir na compra de um equipamento de raios-x, mas a cidade ainda necessita ainda da reforma do hospital local.
Arrecadação menor limita estrutura de municípios, aponta associação 
De acordo com a avaliação da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba (Amvap), as cidades com menor arrecadação não têm como montar e manter equipe laboratorial e o maquinário necessário para fazer exames médicos básicos na rede pública.
“Muitos municípios até têm uma equipe para exames de rotina, mas é difícil manter profissionais. É complicado até a contratação de médicos nessas cidades, imagine uma estrutura a mais”, disse a secretária executiva da Amvap, Maria Pedrosa.
O prefeito de Iraí de Minas, Adolfo Irineu de Carvalho, confirmou a dificuldade. “Tem que sair, a estrutura onera o Município.” Os valores dos exames são pagos às Prefeituras que fazem os procedimentos pelo SUS.
Consórcios
Os dois consórcios de saúde, criados via Amvap para os Municípios que a compõem, custeiam procedimentos de média ou alta complexidade, o que, segundo Maria Pedrosa, complementa o atendimento médico daquelas localidades. Contudo, ainda de acordo com ela, não resolve problemas do atendimento básico.
Os consórcios oferecem ainda nove ônibus para transporte intermunicipal de pacientes. O custo para as Prefeituras varia entre 1% e 2% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Localidades que são referência sofrem impacto com migração de pacientes
Os maiores Municípios da região acabam sofrendo impacto pelo número de pacientes encaminhados para exames simples. Uberlândia, Patrocínio, Ituiutaba, Araguari e Monte Carmelo são as referências para atendimento de pedidos de exames e internações da atenção básica.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Uberlândia informou que “dimensionar o impacto da falta de infraestrutura de saúde em Municípios vizinhos não é uma tarefa fácil. Porém, é nítido que há a migração de pacientes que buscam atendimento, principalmente, nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) em Uberlândia”.
A nota ainda menciona que “o ideal é que a busca pelo atendimento em outros Municípios seja feita dentro de parâmetros da Programação Pactuada e Integrada (PPI) e pelos critérios de regulação para os atendimentos de média e alta complexidade”.

gurinhata-beto-oliveira-11-11-2010
Gurinhatã é uma das cidades da região da Amvap que não têm condições de fazer exames básicos de saúde, como o de sangue (Foto: Beto Oliveira 11/11/2010)

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