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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Saúde e Bem-estar > Minas ocupa 4º lugar no Sudeste no quesito Renda e Trabalho do Ipea
Saúde e Bem-estar

Minas ocupa 4º lugar no Sudeste no quesito Renda e Trabalho do Ipea

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 1 de setembro de 2015, 16:35
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou mapa que traz o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) para os 5.565 municípios do país; comparação foi feita entre os anos de 2000 e 2010.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta terça-feira (1º) o mapa que traz o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) para os 5.565 municípios do país.  A comparação foi feita entre os anos de 2000 e 2010. De forma geral, o IVS do Brasil foi positivo, com queda de 27% nesse período.
Nos estados da região Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo), 48,8% dos municípios, entre esses as capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, apresentaram baixa vulnerabilidade social. Vitória ficou em melhor posição, apresentando muito baixa vulnerabilidade social.

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O atlas avaliou o Índice de Vulnerabilidade Social e seus subíndices Renda e Trabalho, Capital Humano e Moradia. Quanto mais próxima de zero melhor a condição.
Minas e o Sudeste 
Em relação aos demais estados da região Sudeste, Minas Gerais ocupa o segundo lugar geral no Índice de Vulnerabilidade Social (IVS), com 0,403 em 2000 e 0,282 em 2010.
Espírito Santo: 0,395 / 0,274
São Paulo: 0,388 / 0,297
Rio de Janeiro: 0,413 / 0,323
A vulnerabilidade de Renda e Trabalho agrupa não só indicadores relativos à insuficiência de renda presente (percentual de domicílios com renda domiciliar per capita igual ou inferior a meio salário mínimo de 2010), mas incorpora outros fatores que, associados ao fluxo de renda, configuram um estado de insegurança de renda: a desocupação de adultos; a ocupação informal de adultos pouco escolarizados; a dependência com relação à renda de pessoas idosas; assim como a presença de trabalho infantil.
Nesse quesito, Minas ficou em quarto lugar, com 0,467 em 2000 contra 0,295 em 2010.
São Paulo: 0,378 / 0,222
Rio de Janeiro: 0,392 / 0,251
Espírito Santo: 0,452 / 0,285
O subíndice Capital Humano envolve dois aspectos (ou ativos e estruturas) que determinam as perspectivas (atuais e futuras) de inclusão social dos indivíduos: saúde e educação. Neste sentido, foram selecionados para compô-lo indicadores que retratam não só a presença atual destes ativos e recursos nas populações, mas também o potencial que suas gerações mais novas apresentam de ampliá-lo.
Minas apresentava 0,462 em 2000 e 0,323 em 2010, ficando também em último lugar em relação aos demais estados do Sudeste.
São Paulo: 0,372 / 0,263
Rio de Janeiro: 0,394 / 0,292
Espírito Santo: 0,462 / 0,319
Moradia – O subíndice que contempla a vulnerabilidade de infraestrutura urbana se refere as condições de acesso aos serviços de saneamento básico e de mobilidade urbana, dois aspectos relacionados ao lugar de domicílio das pessoas e que impactam significativamente seu bem-estar. Compõem esse subíndice indicadores sobre a presença de redes de abastecimento de água, de serviços de esgotamento sanitário e coleta de lixo no território, bem como o indicador do tempo gasto no deslocamento entre a moradia e o local de trabalho pela população ocupada de baixa renda.
Minas ficou em segundo lugar na região Sudeste: seus resultados foram de 0,281 em 2000 e 0,228 em 2010.
Espírito Santo: 0,272 / 0,217
São Paulo: 0,414 / 0,407
Rio de Janeiro: 0,453 / 0,427
Brasil
O Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros do Ipea revela o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) dos 5.565 municípios em três dimensões: Infraestrutura Urbana, Capital Humano, Renda e Trabalho.
De 2000 a 2010, o número de municípios com alta ou muito alta vulnerabilidade social caiu de 3.610 para 1.981. No mesmo período, o número de municípios com baixa ou muito baixa vulnerabilidade social aumentou de 638 para 2.326.
O IVS do Brasil caiu de 0,446 em 2000 para 0,326 em 2010, uma queda de 27% em direção a níveis mais baixos de vulnerabilidade social. Nesse período de 10 anos, observa-se a ocorrência de um significativo avanço dos indicadores de vulnerabilidade social no país.
Há, porém, a permanência de um quadro de disparidades regionais, com a concentração de municípios na faixa da muito alta vulnerabilidade social nas regiões Norte e Nordeste.
Entre 2000 e 2010, o IVS Infraestrutura Urbana no Brasil teve uma redução de 0,056, o que representa 15,9%, passando de 0,351 (médio) para 0,295 (baixo).
Entre 2000 e 2010, o IVS Capital Humano no Brasil teve uma redução de 0,141, o que representa 28%, passando de 0,503 (muito alto) para 0,362 (médio).
Entre 2000 e 2010, o IVS Renda e Trabalho foi o subíndice que sofreu maior redução no país (0,165), igual a 34%, passando de 0,485 (alto) para 0,320 (médio).

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São Paulo apresentou o melhor resultado para o subíndice Renda e Trabalho (Foto: Bruno Figueiredo / O Tempo)

 
O Tempo

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