A pesquisa do Instituto Veritá sobre as eleições de 2026 em Minas Gerais mostra o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), entre os nomes citados tanto para o governo do estado quanto para o Senado Federal. Essa dupla aparição reforça sua influência política e o mantém como nome competitivo para qualquer um dos cargos.
Na disputa pelo governo mineiro, Rodrigo Pacheco aparece com 10,3% das intenções de voto, atrás de Nikolas Ferreira (30,9%), Cleitinho (22,9%) e Alexandre Kalil (17,4%). Apesar da quarta colocação, ele pontua à frente de outros nomes como Matheus Simões (2,9%) e mantém base sólida no eleitorado.
Já no cenário para o Senado, Rodrigo Pacheco figura entre os mais bem colocados, com 10,3%, em uma disputa embolada. Ele fica apenas 0,9 ponto atrás de Marília, que lidera com 11,2%. A proximidade entre os nomes evidencia que ainda não há um favorito claro para o cargo.
Como foi eleito senador em 2018, Rodrigo Pacheco pode buscar a reeleição em 2026. O mandato de senador é de oito anos, e Minas Gerais terá uma vaga em disputa. Ou seja, caso ele decida continuar no Senado, precisará ser o mais votado. Por outro lado, se optar pela corrida ao governo estadual, abrirá mão da possibilidade de permanecer na câmara alta do Congresso.
O levantamento reforça a possibilidade de Rodrigo Pacheco avaliar estrategicamente em qual disputa terá melhores chances, conforme o cenário político avance. Como atual presidente do Senado e nome influente no PSD, sua decisão pode impactar diretamente as articulações no estado.
A pesquisa Veritá ouviu 2.041 eleitores em 55 municípios mineiros entre os dias 21 e 25 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número MG-01437/2024.
Esse Rodrigo Pacheco é ridículo, ganha nem para síndico de condomínio.